Informaçao, Opinioes e Entretenimento

Divulgar noticias e artigos interessantes, trocar opiniões dentro de um elevado nível de descontração, respeito e amizade.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Vale e Petrobras, entre as mais lucrativas dos EUA e da AL

do site 247

Vale e Petrobras, entre as mais lucrativas dos EUA e da ALFoto: Agência Vale


21 de Março de 2012 às 19:02
247, com Economatica – O lucro da Vale do Rio Doce em 2011, de US$ 20,2 bilhões, a coloca como a quinta mais lucrativa entre as empresas de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos. A empresa mais lucrativa da amostra no ano de 2011, com US$ 41,1 bilhões, A é a Exxon Móbil, que também foi a primeira colocada no ano anterior.
No ano de 2010, a Vale tinha a sexto maior lucro do País, enquanto a Petrobras, o segundo. O lucro de US$ 17,8 bilhões de 2011 da maior estatal brasileira faz com que a empresa fique na oitava colocação em 2011, uma queda de seis posições em relação ao ano retrasado.
Segunda melhor colocada da amostra e maior empresa por valor de marcado da América latina e Estados Unidos, a Apple fechou 2011 com lucro de US$ 33 bilhões. No ano de 2010, a companhia de tecnologia era a oitava maior – subiu seis posições entre 2010 e 2011.
Outro destaque fica para a American Int. Group, empresa de seguros que pulou da 27ª colocação em 2010 para a sétima posição em 2011, fechando o ano com US$ 17,8 bilhões.
NOTAS de RODAPÉ
Para o cálculo do lucro em dólares, a Economatica tomou os valores publicados pelas empresas latinas nos respectivos órgãos de fiscalização locais (CVM no Brasil) e converteu os números pelo dólar do dia 31/12/2011 (No Brasil o dólar Ptax Venda). 
Veja abaixo a lista das dez empresas mais lucrativas da América Latina e USA no ano de 2011 (Janeiro-Dezembro)

segunda-feira, 5 de março de 2012

CINE TAPEJARA

OS DEZ MELHORES WESTERNS NA OPINIÃO DOS SEGUIDORES DO CINEWESTERNMANIA

Após 100 dias no ar encerrou-se o prazo para que cada seguidor do blog Cinewesternmania escolhesse os cinco melhores westerns de todos os tempos. Foram 133 votos, cada um indicando cinco faroestes. Com a democratização do espaço digital entre internautas de todas as idades, havia a quase certeza que os faroestes clássicos dominariam a enquete e não se pode dizer que houve surpresas na lista dos dez primeiros classificados.“RASTROS DE ÓDIO” ratificou o que é quase uma unanimidade que é ser apontado como o Melhor Western de Todos os Tempos. “Rastros de Ódio” é o único western a fazer parte da mais seleta lista de melhores filmes de todos os tempos, a lista decenal da publicação inglesa “Sight & Sound”. Isso por si só bastaria para fazer da obra-prima de John Ford o mais prezado entre todos os westerns, único filme do gênero a figurar ao lado de “Cidadão Kane” (Welles), “A Paixão de Joana d’Arc” (Dreyer), “O Encouraçado Potemkin” (Eisenstein), “2001 – Uma Odisséia no Espaço” (Kubrick), “Um Corpo que Cai” (Hitchcock), “Tokyo Story” (Ozu), “L’Atalante” (Vigo), e outros tesouros artísticos da humanidade criados pelo cinema. Na segunda colocação surge “OS BRUTOS TAMBÉM AMAM”, western realizado por George Stevens com o mais rigoroso apuro técnico e artístico, muito justamente chamado de “o western mais querido do cinema”. Woody Allen é um dos muitos fãs de “Shane”. O terceiro lugar é de “MATAR OU MORRER”, de Fred Zinnemann, um dos mais influentes westerns já feitos e também um dos mais simples, lembrando em tudo a modéstia dos faroestes dos pequenos estúdios. Em tudo menos na concepção fílmica, edição e trilha sonora memoráveis. A quarta colocação pertence ao mais importante western do cinema, aquele que deu status e respeito ao gênero, que é “NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS”. Dirigido por John Ford num tempo em que o western não era levado a sério, essa inusitada (e depois muito imitada) aventura representou o ponto decisivo, o marco do western no cinema. Em quinto lugar surge a obra-prima do mais discutido dos diretores de westerns que foi Sam Peckinpah, com “MEU ÓDIO SERÁ SUA HERANÇA”. Com este filme Peckinpah revolucionou não só o gênero mas também o próprio cinema que nunca mais foi o mesmo após aquilo que já foi chamado de o balé mais sangrento do poeta da violência. Ocupa a sexta posição “SETE HOMENS E UM DESTINO”, de John Sturges, verdadeiramente seminal no gênero, tanto na estrutura da ação quanto na brilhante música que se tornou clássica, a própria marca do western. Em sétimo, empatados, duas obras-primas de John Ford, impossível de dizer qual a melhor. A poética e mítica visão do Velho Oeste em “PAIXÃO DOS FORTES” ou as transformações operadas na vida daquela região mostradas em “O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA”. A célebre frase“Quando a lenda é mais forte que um fato, imprima-se a lenda” serve tanto para o western de 1946 quanto para o de 1962. Em ambos a maestria e a genialidade de John Ford. A nona colocação pertence a “ONDE COMEÇA O INFERNO”, de Howard Hawks, a mais alegre e simpática aventura vivida num western, aquele que pode ser chamado de o “Cantando na Chuva” dos faroestes. O décimo lugar também é de Howard Hawks que dirigiu o extraordinário “RIO VERMELHO”, filme que retrata melhor que qualquer outro a bravura dos cowboys quando a condução do gado só podia ser feita por homens de têmpera de aço.

CINE TAPEJARA

NA ENCRUZILHADA DOS FACÍNORAS (The Jayhawkers) - JEFF CHANDLER BANDIDO MEGALOMANÍACO


Os franceses, tanto público como muitos críticos, gostaram de "Na Encruzilhada dos Facínoras" (The Jayhawkers), faroeste de 1959 dirigido por Melvin Frank que fez bastante sucesso por lá quando de seu lançamento. A razão desse sucesso certamente se deve ao fato do filme conter muitas referências àquele país, especialmente à figura de Napoleão Bonaparte e conter personagens franceses, um deles interpretado pela atriz Nicole Maurey, também francesa. "Na Encruzilhada dos Facínoras" esbarra ainda em Virgílio ao lembrar do cavalo de tróia da "Eneida" e chega até o estrategista militar prussiano General Von Clausewitz. A música original foi composta por Jerome Moross, compositor, entre outros temas do inigualável "The Big Country", tema principal de "Da Terra Nascem os Homens". A excelente cinematografia é de Lloyal Griggs, premiado diretor de fotografia de "Os Brutos Também Amam" (Shane). Mesmo com esses nomes famosos "Na Encruzilhada dos Facínoras" é um faroeste apenas mediano que deixa a certeza que poderia ser muito melhor.

Elenco de "Na Encruzilhada dos Facínoras" com fotos extraídas de
DVD de baixa qualidade adquirido junto à DVD Califórnia.


do blog cinewesternmania

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Resfriamento ou aquecimento global?

Com Texto Livre: Resfriamento ou aquecimento global?: Esses búlgaros da foto querem é mais aquecimento global... A Europa está vivendo o inverno mais gélido dos últimos cem anos. No Rio de Ja...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Aquecimento Global: A Farsa Acabou

Com Texto Livre: Aquecimento Global: A Farsa Acabou: O Rio Tâmisa congelado em 1684 | Pintura de Abraham Hondius Esqueçam o aquecimento global - É com o Ciclo 25 que nós precisamos nos preo...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os flagelados do Judiciário

Os flagelados do Judiciário

Uma outra Luíza(*)

Do site 247

Henrique França
@RiqueFranca
Luíza é uma adolescente brasileira, pobre, cheia de sonhos e ideias. Mora em uma favela urbana, agora chamada comunidade, e, aos 17 anos, sabe muito mal escrever o próprio nome. Vez por outra troca o Z pelo S na hora de assinar recibos como diarista ou babá – e também troca comida por cigarros, troca o dia pela noite, troca de nome para não ser reconhecida e humilhada na madrugada. Naquele momento, porém, quando passava em frente à TV, não fez confusão ao reconhecer, na tela, seu nome estampado: #Luiza.
Miúda, negra e de poucos sorrisos, Luíza não entendeu muito bem o porquê de toda aquela mobilização em torno do nome que lhe foi dado em homenagem a uma tia sertaneja que ela nunca conhecera. Nas conversas que ouvia pelas ruas, palavras estranhas: twitter, hashtag,Trending Topics… não, Luíza não tinha computador em casa e, das poucas vezes em que se aventurou em lan houses, teve pouca paciência para entender aquele universo. Preferia estar nas ruas ou arrumando casas e cuidando de crianças.
Inicialmente, deu de ombros a toda movimentação sobre #Luiza. Mas a coisa foi ganhando força, mais e mais pessoas repetiam seu nome, comemoravam cada novidade. “Ouviu a música de #Luiza?”, “Viu a foto dela?”, “Dizem que vai ganhar muito dinheiro com isso”, “Mas, afinal, quando #Luiza volta do Canadá?”. Luíza, a outra, já ouvira falar em Canadá algumas poucas vezes, mas não fazia a menor ideia de onde ficava o País, o que se fazia lá. Até porque, aos 17 anos, a menina mal conseguia sair dos limites da sua comunidade – a não ser para ir à praia ou quando era levada para lugares estranhos, nas madrugadas.
Foi quando ela viu, pela TV, o comercial onde uma família bonita citava #Luiza. O coração da pobre Luíza se encheu de sonhos. Imaginou-se nascida em família tão elegante, rica, sorridente – e afastou de imediato as lembranças das surras recebidas do pai, das humilhações sofridas nas ruas, da cicatriz de um filho indesejado; fechou os olhos e tentou memorizar as imagens do local onde aquelas pessoas diziam morar: ‘são quantas suítes, mesmo? E tem piscina?!’, perguntava a si mesma, baixinho. Por um longo momento, esqueceu-se dos tantos nomes que usou para fugir da realidade e teve orgulho de ser Luíza. “Luíza, Luíza”… sussurrava e gostava do som.
Dias depois, ainda eufórica com a alegria que seu nome trazia às pessoas, Luíza soube que #Luiza havia retornado do Canadá. E ela, nascida e criada em uma favela brasileira, não perderia por nada a chance de conhecer, pessoalmente, o segredo de tanto alvoroço. Ademais, Luíza se sentia parte daquele sucesso, da festa e dos muitos comentários em torno de um nome que também era o seu. No grande dia, Luíza vestiu sua melhor roupa e seguiu ao encontro de #Luiza. Assustou-se quando viu uma multidão no local, mas sorriu quando ouviu as vozes saudando “#Luiza! #Luiza! #Luiza!”. Cheia de orgulho e de sonhos, Luíza seguiu adiante.
Ao longe, viu uma moça bonita, sorridente, acenar para a multidão. Era #Luiza! Determinada, a outra Luíza tentava abrir caminho por entre as pessoas, e não entendeu quando começaram a resmungar contra ela e até a xingá-la. Foi impedida, pela massa, de ir adiante. E quando #Luiza passou em carro aberto, o êxtase se fez. E Luíza, miúda, viu apenas parte dos dedos daquela que voltara do Canadá para a glória, acenando. Logo depois todos puseram-se a correr para seguir #Luiza. E a outra Luíza, empurrada, caiu. Teve as mãos pisoteadas, o vestido manchado e a maquilagem borrada pelas lágrimas. Porque a pobre Luíza, de tanto ouvir sobre o Canadá, havia esquecido de como as coisas são no Brasil.

(*) Há quem diga que essa é uma história de ficção.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Minha arma é o que a memória guarda

Do blog "Tijolaço" do Brizola Neto

Perdoem o lapso na política feia, suja, imunda para falar de algo cristalino e brilhante.
Algo que, se você não tem ao menos uns 45 anos, só ouvindo para entender.
Ouvindo com o coração, que nem tenta entender, mas sente.
E por sentir, agradece a quem nos deu a maravilha de ver seu riso imenso, suas lágrimas, ouvir sua voz e encontrar uma sublime beleza em um mulher que era ela mesma, que dizia era querer saber do brasileiro e não estava preocupada  ”em cromar minha orelha e sair para a rua para chamar a atenção”.
“Me tomam por quem? Um imbecil? Sou algo que se molda do jeitinho que se quer? Isso é o que todos queriam, na realidade. Mas não vão conseguir, porque quando descobrirem que estou verde já estarei amarela. Eu sou do contra. Sou a Elis Regina de Carvalho Costa que poucas pessoas vão morrer conhecendo”.
A Elis Regina de Carvalho Costa trouxe ao grande público gente como Milton Nacimento, João Bosco, Aldir Blanc,. Passeou por valsas, como Fascinação, por sambas, bossa nova, rock, por canções latinoamericas, por todos os lugares musicais onde pudesse despejar a torrente cauladosa ou murmurante que lhe brotava à boca.
Desculpem a possível pieguice, mas o 30º ano da morte física de Elis Regina desculpam qualquer sentimento em minha geração.
E, depois, quem não tem coragem de apaixonar-se, de viver e proclamar estas paixões diante de todos, não sabe o que está perdendo.
Porque perdeu a ciência, tão doce e vital ciência, de que a nossa arma é o que a memória guarda.